Como medir Cortinas ou Persianas?Postado em 11/08/2011

Proporção nas Medidas

 

Algumas regras de equilíbrio devem ser analisadas antes de se efetuar a colocação de uma Cortina ou Persiana. Para isso, meça as distâncias entre:

1º) A esquadria superior da janela e o teto: calcule o meio para instalar o varão, mas se esta distância for menor que 30 cm, então faça a cortina rente ao teto. Em caso de trilho, o recomendado é que seja instalado no teto;

2º) A esquadria inferior da janela até o piso: O ideal é que a cortina seja longa, rente ao piso. Caso opte por uma cortina curta, então deixar com pelo menos 30 cm abaixo da janela, exceto se houver um móvel que impessa;

3º) A esquadria lateral até o final da parede: se a distância for menor que 50 cm, melhor cobrir toda a parede;

4º) Medida do varão ou trilho: meça a largura da janela e acrescente de 20 a 40 cm de cada lado (quanto mais se quiser evitar a entrada de claridade, maior deve ser este acréscimo);

5º) Para porta balcão: o recomendado é que a cortina fique rente ao chão ou levemente arrastando, não esquecendo de deixar no mínimo 40 cm para cada lado (tanto do varão como da cortina), liberando o uso da porta.

6º) Para janelas que vão de parede a parede, a possibilidade de colocar varão é viável, desde que finalizado com flanges que prendem o varão às paredes laterais. Para extensões acima de 2 metros é recomendado intercalar no meio um suporte de teto ou parede, evitando assim que o varão arque.

 

Obs.: se houver janelas de tamanhos ou formatos diferentes de um mesmo ambiente, equilibre o local padronizando as cortinas.

Como limpar e conservar Cortinas e Persianas?Postado em 10/08/2011

Cortinas

 Todos os tecidos requerem um cuidado especial na hora da lavagem. Por esta razão, recomendamos que estes serviços sejam efetuados por uma empresa especializada! Pois muitos tecidos são compostos de diversas fibras e geralmente uma Cortina ou Persiana não vêm com especificações e instruções de lavagem.

Essas especificações e instruções são símbolos de cuidado para conservação e informações adicionais, tipo:

- Não remover manchas com solventes;

- Não misturar cores ao lavar;

- Não usar vapor (fibras acrílicas deformam quando submetidas ao vapor em alta temperatura);

- Não torcer e evitar produtos alcalinos que promovam o encolhimento.

 

Símbolos

 

Obs.: O recomendado é que uma cortina deva ser lavada duas vezes por ano. Mas isto vai depender do quanto ela esteja exposta ao pó e poluição, também do tipo de tecido.  

 

Persianas

 Os cuidados com as persianas em geral são mais fáceis, recomenda-se apenas uma limpeza períodica através de aspirações, com o bocal escova do aspirador. Porém, a lavagem deve ser feita somente por uma empresa especializada. O prazo vai depender do quanto o material está exposto ao pó, umidade e poluição.

Para uma vida útil prolongada, recomenda-se também o correto manuseio de abertura e giro das lâminas. Ao adquirí-las, peça as instruções de manuseio.

 

Aspectos Práticos de Higienização dos Tecidos

FIBRA LAVAGEM SECAGEM AMARROTAMENTO ENCOLHIMENTO
Poliéster Excelente Excelente Excelente Excelente
Viscose Bom Regular Regular Regular
Linho Bom Bom Ruim Regular
Acrílico Bom Bom Bom Bom
Seda Regular Regular Regular Bom
Regular Ruim Bom Bom
Algodão Regular Regular Regular Regular

 

Tabela de Resistência ao Sol

POLIÉSTER VISCOSE LINHO ACRÍLICO SEDA Là          ALGODÃO
Muita Média          Média            Muita                Pouca              Pouca            Pouca          


 

Tecidos para CortinasPostado em 08/08/2011

Classificando as Fibras

 

Todos nós sabemos que certos tecidos são mais adequados para alguns projetos do que outros. Existem três classificações para fibras têxteis: naturais, artificiais e sintéticos.

Sendo que cerca de 50% das decorações dos lares se baseiam em têxteis. Por isso é tão importante conhecer a composição de cada um deles. Vejamos alguns dos tecidos mais utilizados para cortinas:

 

Fibras Naturais

São extraídas da própria natureza e tem como características pouca resistência a luz solar e grande absorção de umidade. As fibras naturais podem ser de origem animal ou vegetal.

Origem Vegetal:

- Algodão: penugem filamentosa, fina e sedosa que envolve as sementes do algodoeiro. O algodão divide-se comercialmente em algodão de fibra larga ou longa, este último é reservado para tecidos de qualidade superior. Tecido macio e absorvente aceita muito bem os tingimentos e tratamentos especiais como uma fibra natural, é resistente, durável e muito confortável para uso em geral.

Harmoniza com todos os estilos, época e situações. Em estado puro fica ideal para confeccionar tapetes e almofadas.

- Linho: fibra extraída da sua rama que se caracteriza pela resistência, durabilidade, elasticidade, finura e brilho. O verdadeiro linho amassa fácil por ser de fibra natural, é um tecido fresco e muito confortável.

Tipos;

- Rami: planta tropical semelhante ao linho. Sua fibra é macia e durável.

- Juta: parente pobre do linho, sua fibra é reta, rude e de tato grosseiro. Quando colorida tem grande tendência a diminuir sua intensidade.

O linho imprime ao ambiente uma aparência refinada. Combina tanto com mobília moderna como de época. Costuma ser utilizado em estado puro ou composto com outras fibras na confecção de cortinas. Exemplo: polilinho (mistura de poliéster com linho)

Origem Animal:

- Seda: substância filamentosa segregada pela larva do chamado Bicho da Seda da amoreira. O Bicho da Seda se alimenta das folhas da amoreira e fia o casulo antes de se metamorfosear borboleta. O processo de coleta é complicado, por isso a seda é freqüentemente cara. Ela aparece com acabamento suave ou rústico e por ser fibra natural também é muito resistente.

- Lã: pêlo que reveste o corpo de alguns animais, especialmente carneiros e ovelhas. Sua fibra é ondulada e de grande elasticidade, quanto mais longas as fibras melhor será a qualidade da lã, outro fator que determina a qualidade é a raça do animal.

Conhecida por seu calor, normalmente é misturada com fibras artificiais, é famosa por seu brilho e recebe bem tingimentos em cores fortes.

 

Fibras Artificiais

São fibras em que a matéria prima é a celulose reconstituída através de reações químicas. Suas características são: boa resistência a luz solar e grande absorção de umidade.

Com estas fibras se obtém telas de distintas texturas que imitam perfeitamente as sedas e os cetins, incluindo tecidos como o nylon.

Estes tipos de tecidos oferecem a vantagem de não enrugarem e são laváveis, mas têm o inconveniente de ser facilmente presa de chamas em caso de incêndio. Exemplos:

- Rayon: é a primeira fibra sintética produzida, vêm da celulose das plantas, seus fios são descontínuos com aspecto brilhante de toque frio e escorregado. Dentre as fibras artificiais é a que mais se aproxima do algodão e da seda e dependendo da construção dá ótimo caimento e acabamento parecendo linho.

Fibra muito utilizada em mantas, almofadas e tapetes.

- Viscose: fios descontínuos com aspecto de maciez. Apresenta penugens e é fácil de ser tingido, proporciona cores vivas.

 

Fibras Sintéticas

São fibras obtidas a partir de produtos químicos, extraídos de petróleo ou carvão. Suas características são grande resistência a luz solar e pequena absorção de umidade. São elas: acrílico, poliéster, poliamida e polipropileno.

Em geral, as fibras sintéticas compõem quase todos os tecidos utilizados nas confecções de cortinas e outros materiais. Hoje em dia com as microfibras, são produzidos tecidos iguais ou melhores no toque e conforto que os naturais, tais como: camurça, seda, organza, algodão, linho, tafetá e voil (tecido muito fino constituído de algodão).

A vantagem é o baixo custo na confecção de cortinas que pedem grandes quantidades de tecido!

Por fim, pode-se afirmar que das fibras acima citadas são produzidos todos os tecidos que hoje conhecemos. Formando uma imensa variedade de nomenclaturas, tais como: jacquard, veludo, oxford, chenilles, bouclê, chiffon, xantungue.......

Critérios para Escolha da Cortina e do Tecido IdealPostado em 01/08/2011

"Decorar é harmonizar forma, luz e cor. É trazer o belo através do útil."

As Cortinas fazem mais do que simplesmente levar privacidade aos ambientes e protegê-los dos raios solares. Elas fazem parte da decoração!

Por esta razão, é importante acertar no modelo e na escolha do tecido que mais tem a ver com o seu estilo e decoração:

O primeiro item a considerar é o tipo de tecido para confecção da cortina. Em geral, tecidos como sedas, cetins e brocados são mais indicados para ambientes suntuosos com cortinas fartas e pé direito alto. Atualmente, rendados são mais utilizados em cozinhas, apenas para dar um toque decorativo.

Já os tecidos como voils, algodões, linhos, cambraias, tafetá e poliéster servem para qualquer ambiente em que se deseja decorar, proteger e dar privacidade ao ambiente.

Os tecidos pesados como veludos, brim, linhos bem tramados e até jacquards, servem para aquecer e reduzir o ruído externo. Porém, blackouts também podem ser utilizados com o mesmo fim, se instalados sob tecidos finos.

 

Modelos de Cortinas

 

Prega Americana: ideal em tecidos fluidos e de toque agradável. Adequada para qualquer ambiente e mais indicada em seda, linho e poliéster.

Prega Fêmea: boa em tecidos como seda, linho e voil. Para fazer xales fixos, pode-se usar veludo ou tecidos mais pesados.

Prega Macho: ideal em tecidos naturais como linho e algodão.

Modelo wave (efeito ondulado): fica melhor em tecidos finos e fluidos, como voil. Pode ser confeccionada em trilhos ou no varão (requer mais tecido). 

Franzido: ideal para quase todos os tipos de tecido, exceto organzas, shantung e jacquards.

 

Tecido Ideal para Cortina

 

Linho: tecido bem encorpado, 100% natural, tem bom caimento e harmoniza com o estilo clássico e moderno, proporcionando uma aparência refinada. Atualmente a composição entre linho e poliéster é uma tendência, com boa praticidade e textura.

Poliéster: fica bem em modelos franzidos que pedem muito tecido, além de trazer mais luminosidade e transparência. Atualmente substituto do voil produzido em algodão.

Por se tratar de um tecido sintético, retêm facilmente a poeira. Porém é fácil de lavar e secar, o que o torna bom para ambientes com pessoas alérgicas.

Algodão: possui a vantagem de ter padronagens e cores variadas. Fica bem interessante em quartos de criança, ambientes de campo e de praia. Como o Sol queima o tecido com facilidade, é importante ter um forro ou blackout para barrar os raios.

 

Dicas na Hora da Escolha do Tecido

 

1º) Ao comprar, pergunte se o tecido encolhe na lavagem. Nesse caso, recomeda-se fazer a cortina um pouco mais longa e com mais volume;

2º) Tecidos mais finos requerem uma quantidade maior na confecção da cortina. O recomendado é que sejam utilizados na proporção três por um;

3º) Uma cortina bonita deve apresentar um bom caimento. É importante avaliar se o modelo escolhido corresponde bem com o tecido;

4º) Antes de colocar uma cortina, é preciso considerar três aspectos: se a janela que você vai cobrir dá para uma vista bonita, se possui boa luz e se o espaço do ambiente é grande ou pequeno:

- Caso a vista seja bonita, então evite cores escuras ou que vão esconder a paisagem. Prefira tecidos claros e leves, mas lembre-se de que esses tecidos não impedem a passagem de luz.

- Caso a vista não seja bonita, então o tecido deve ser alegre e de cores vivas, capaz de neutralizar a vista e se necessário, reduzir o barulho da rua.

- Caso o ambiente seja pequeno, então a melhor opção são as cores suaves e os tecidos lisos, listrados ou com pouquíssimas estampas.

- Caso o ambiente seja grande e com teto alto, então a dica são cortinas fartas, com tecidos leves ou pesados, o que melhor harmonizar com o estilo da decoração.

5º) A fim de evitar emendas verticais na cortina, escolha tecidos com largura de três metros.

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